segunda-feira, 22 de março de 2010
Leilão em São Gonçalo
Na próxima quinta-feira, 25, acontece o leilão das barracas para a Cavalgada em São Gonçalo do Rio Abaixo. Segundo informações, o lance minimo é de R$600,00.
Julgamento adiado
Julgamento de Gustavo Prandini acontece às 17h da próxima quinta-feira, 25. Segundo informações, um dos desembargadores tem um compromisso 'inadiável' nessa terça-feira em Brasília, e teria solicitado o adiamento.
sábado, 20 de março de 2010
Chico Franco alertou em junho passado para favorecimento de patrocinadores da campanha Prandini
Governo Prandini marcado por crimes contra a administração pública
Para seis meses de governo, é muito. Via de regra as coisas erradas só aparecem depois de um ano, no mínimo. Não é o que está acontecendo com a administração de Gustavo Prandini. Vamos aos fatos.
Enquanto Gustavo Prandini viajava para a Flórida, EUA, para mostrar o “trabalho exemplar” que vem sendo desenvolvido em João Monlevade com a coleta seletiva (veja foto ao lado e a sua data), fatos pouco recomendáveis, e um tanto deles ilegais, caracterizando crime contra a administração pública, acontecem.
À guisa de exemplos podemos começar com aquela matéria paga pela prefeitura monlevadense a um jornal que só circula em Itabira, com propaganda educativa contra o mosquito da dengue. O jornal é de propriedade do primo do assessor de governo de Gustavo Prandini, Emerson Duarte. Segue-se com uma série de desvio de função, com funcionário nomeado para o gabinete e prestando serviços na Secretaria de Obras, agentes de serviços gerais ocupando cargo de auxiliar administrativo, de motoristas concursados à margem do cargo que é ocupado por quem é comissionado, inclusive com ações na Justiça, e tantos outros casos.
Para complicar o governo Prandini, vem os casos de nepotismo, e destes também “negociados” com uma funcionária de nome Mariana prestando serviços no P.A., que tem laços afins com os familiares do prefeito. A sogra de Prandini, que há uns vinte anos reside em Nova Viçosa, BA, retornando à João Monlevade e fazendo atendimento médico no P.A. O caso de uma funcionária concursada em Bela Vista de Minas, que passou em primeiro lugar, e que ganhou cargo comissionado na prefeitura de João Monlevade, com o salário bem melhor do que o de Bela Vista, para que a segunda colocada no concurso da mesma cidade, ocupasse o cargo. Ela é irmã do Prefeito Gustavo Prandini. A mesma “negociação” seria feita com mais duas funcionárias, que só não aconteceu porque uma delas, de nome Aline, advogada, descobriu que o tempo que ela ocuparia no cargo comissionado não contaria para a sua carreira.
Não bastassem todos esses elementos e a péssima administração que o município vem sofrendo, todas as licitações para a contratação de veículos e máquinas foram ganhas por Marcos André Cotta, marido de Cíntia Maria, Secretária Adjunta de Saúde, e mais: a preço, segundo os outros participantes da concorrência, inexequíveis, que só poderão ser cumpridos com aditivos ou com o “clássico expediente” de serviço de urgência. Coincidência ou não, os dois, Marcos André e Cíntia Maria, foram denunciados no dia 27 de novembro de 2007 ao Ministério Público, como “Laranjas” de Luciano Domingues Bastos, titulares que eram das empresas Mega Produções e Eventos Artísticos Ltda. e Extreme Segurança Pessoal e Patrimonial Ltda. Complica-se mais ainda quando Ricardo Alexandre de Oliveira, que hoje responde pela chefia do Controle Interno da Prefeitura, setor encarregado de verificar a lisura das licitações e compras, era sócio de Marcos André Cotta na empresa de segurança.
Mas não fica só por aí. Nomeada para um cargo que não existia na Prefeitura, denominado Ouvidoria, segundo escalão, Jaqueline Silvério é sócia proprietária da livraria República Literária. De forma inteiramente ilegal e imoral, acompanhando as questões citadas acima, a Prefeitura Municipal vem fazendo compras na referida livraria. O pior: os secretários responsáveis por essas compras, principalmente a irmã do prefeito que responde pela Secretaria de Administração, Poliana Prandini, foram avisados que era ilegal e fizeram vistas grossas.
Diante de tudo, coube ao jornal O Médio Piracicaba verificar, se certificar e denunciar. A palavra, daqui por diante, fica com o Ministério Público, a Câmara Municipal e, principalmente, a população, que precisa ser informada para que haja cobrança de maior respeito com as coisas públicas.
Para seis meses de governo, é muito. Via de regra as coisas erradas só aparecem depois de um ano, no mínimo. Não é o que está acontecendo com a administração de Gustavo Prandini. Vamos aos fatos.
Enquanto Gustavo Prandini viajava para a Flórida, EUA, para mostrar o “trabalho exemplar” que vem sendo desenvolvido em João Monlevade com a coleta seletiva (veja foto ao lado e a sua data), fatos pouco recomendáveis, e um tanto deles ilegais, caracterizando crime contra a administração pública, acontecem.
À guisa de exemplos podemos começar com aquela matéria paga pela prefeitura monlevadense a um jornal que só circula em Itabira, com propaganda educativa contra o mosquito da dengue. O jornal é de propriedade do primo do assessor de governo de Gustavo Prandini, Emerson Duarte. Segue-se com uma série de desvio de função, com funcionário nomeado para o gabinete e prestando serviços na Secretaria de Obras, agentes de serviços gerais ocupando cargo de auxiliar administrativo, de motoristas concursados à margem do cargo que é ocupado por quem é comissionado, inclusive com ações na Justiça, e tantos outros casos.
Para complicar o governo Prandini, vem os casos de nepotismo, e destes também “negociados” com uma funcionária de nome Mariana prestando serviços no P.A., que tem laços afins com os familiares do prefeito. A sogra de Prandini, que há uns vinte anos reside em Nova Viçosa, BA, retornando à João Monlevade e fazendo atendimento médico no P.A. O caso de uma funcionária concursada em Bela Vista de Minas, que passou em primeiro lugar, e que ganhou cargo comissionado na prefeitura de João Monlevade, com o salário bem melhor do que o de Bela Vista, para que a segunda colocada no concurso da mesma cidade, ocupasse o cargo. Ela é irmã do Prefeito Gustavo Prandini. A mesma “negociação” seria feita com mais duas funcionárias, que só não aconteceu porque uma delas, de nome Aline, advogada, descobriu que o tempo que ela ocuparia no cargo comissionado não contaria para a sua carreira.
Não bastassem todos esses elementos e a péssima administração que o município vem sofrendo, todas as licitações para a contratação de veículos e máquinas foram ganhas por Marcos André Cotta, marido de Cíntia Maria, Secretária Adjunta de Saúde, e mais: a preço, segundo os outros participantes da concorrência, inexequíveis, que só poderão ser cumpridos com aditivos ou com o “clássico expediente” de serviço de urgência. Coincidência ou não, os dois, Marcos André e Cíntia Maria, foram denunciados no dia 27 de novembro de 2007 ao Ministério Público, como “Laranjas” de Luciano Domingues Bastos, titulares que eram das empresas Mega Produções e Eventos Artísticos Ltda. e Extreme Segurança Pessoal e Patrimonial Ltda. Complica-se mais ainda quando Ricardo Alexandre de Oliveira, que hoje responde pela chefia do Controle Interno da Prefeitura, setor encarregado de verificar a lisura das licitações e compras, era sócio de Marcos André Cotta na empresa de segurança.
Mas não fica só por aí. Nomeada para um cargo que não existia na Prefeitura, denominado Ouvidoria, segundo escalão, Jaqueline Silvério é sócia proprietária da livraria República Literária. De forma inteiramente ilegal e imoral, acompanhando as questões citadas acima, a Prefeitura Municipal vem fazendo compras na referida livraria. O pior: os secretários responsáveis por essas compras, principalmente a irmã do prefeito que responde pela Secretaria de Administração, Poliana Prandini, foram avisados que era ilegal e fizeram vistas grossas.
Diante de tudo, coube ao jornal O Médio Piracicaba verificar, se certificar e denunciar. A palavra, daqui por diante, fica com o Ministério Público, a Câmara Municipal e, principalmente, a população, que precisa ser informada para que haja cobrança de maior respeito com as coisas públicas.
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